terça-feira, 21 de setembro de 2010

Atividade 4.7
As concepções educacionais refletem tão bem as mudanças que evoluem na sociedade, as necessidades mudaram e com isso as modalidades da educação também evoluíram, e na educação à distância não é diferente.

O Currículo deve ter um caráter interdisciplinar que favoreça a aplicação de forma flexível para enfrentamento de situações e seja capaz de construir e conhecer as diversidades e pluralidades culturais. Dessa forma, mesmo com a construção do conhecimento coletiva, no ensino a distância o Comportamentalismo influencia na avaliação que tem o foco individual, como por exemplo, as atividades a serem feitas.

Como a organização do currículo busca a superar a visão fragmentada do conhecimento, aplicando uma estrutura interdisciplinar e contextualizada, de maneira a ampliar a compreensão da realidade, proporcionando mais dinamismo e autonomia aos alunos, vai diretamente ao encontro ao construtivismo, de levar o aluno a desenvolver graus mais complexos de suas competências, possibilitando a esse aluno a descoberta e a participação. Bem visto nas tarefas que possibilitam a construção de novo conhecimento

As TIC`s implementadas no currículo proporcionam altos níveis de interatividade entre os sujeitos envolvidos, que leva os alunos a conhecerem diversas culturas e a construir o conhecimento coletivamente, muito bem relacionado na concepção educativa do sócio-interacionismo, com acompanhamento contínuo, durante todo o processo de aprendizagem. Podendo esse acompanhamento ser feito através das interações entre tutores, professores e estudantes e também com as avaliações (Forum e atividades).

Enfim, o currículo está interligado as concepções educativas e ambos definem o modelo de avaliação, pois essa deve estar em concordância teórica e metodologicamente a aqueles.

Atividades da Unidade 4

Atividade 4.2

Adorei a Leitura, vem de encontro o que todos nós precisamos, repensar em nossas práticas, incluir todas as linguagens como certas, não só a padrão, e estar em contínuo desenvolvimento. Assim, adquirindo esta nova postura, com certeza, poderemos preparar novas aulas e elaborar com novas estratégias, melhorando o sentido, o objetivo, a coerência em ser professor.

Atividade 4.3

Uma de minhas experiências com projeto na sala de aula, foi ano passado em maio e junho de 2009, na Escola Municipal Ester Pereira Guerra, com o PROJETO “CONHECENDO MINHA CIDADE”.

Havia um interesse muito grande das professoras do 5º ano (Conceição Couto, Denise e Gysele), e me convidaram para trabalhar de forma interdisciplinar, envolvendo as crianças a conhecerem a história da cidade e de sua localidade, onde eram exploradas as disciplinas informática, história e geografia.

Este projeto teve a duração de 30 dias. Com os seguintes objetivos:

• Desenvolver atividades que leve os alunos a pesquisa e a investigação de maneira interativa e atuante.
• Conhecer a história de Itabira, como também sua infraestrutura, população, pontos turísticos e outros.

Os recursos utilizados foram: Professores, programa Itabira, computadores, data show, papel, lápis, borracha e lápis de cor

Houve uma avaliação satisfatória, pois os alunos atingiram os objetivos propostos, pois o programa complementava e suplementava os requisitos.




Unidade 4: Currículo, Projetos e Tecnologias
Atividade 4.4 – Experiências com a integração de tecnologias ao currículo

Grupo: Infowoman

Componentes: Elma, Maria da Glória e Maria Perpétua.

Na análise dos projetos percebemos que há um grande envolvimento das disciplinas (português, ciências, geografia, história, valores, crenças, culturas, etc.) o que promove a interdisciplinaridade e a transversalidade. Todos apresentam atividades que objetivam provocar o interesse pela pesquisa e a investigação, onde os alunos tornavam-se sujeitos e autores do conhecimento. Muito bem sugerido no interacionismo educacional e social. Percebemos também que a interação ia além de aluno/aluno, pois envolvia aluno/professor/aluno/TIC's.

Na execução dos projetos foram utilizados mídias e softwares diversificados como: Word, Power Point, internet, animação, DVD escola, computador, data show, televisão, câmera digital, vídeos. Apesar destes recursos o professor continuou exercendo o seu papel e agora de forma ainda mais excelente, como mediador. Afinal, como já bem específica Pedro Demo: “O professor é a tecnologia das tecnologias”.

Atividade 4.5 –
Postado plano de aula no Portal do Professor
Atividade 4.6
Como é bem percebido os professores de informática trabalham envolvendo projetos com disciplinas transversais como citados: Dengue, Gripe Suina, Piolho. Também trabalhamos com a interdisciplinaridade como História, Geografia, Ciências, Português e etc.
São usados os computadores, softwares específicos da área, máquina fotográfica, data show e etc., como vários apresentados durante o curso, Mas em particular gostei muito do projeto feito pela professora da biblioteca sobre Monteiro Lobato, em qual todos professores da escola foram envovidos.
Atividade-3-6-gloriakarine
De acordo com nosso planejamento, confecção de um livro utilizando mídias do portal do professor, ocorreu de maneira harmoniosa e muito interessante, já que o planejamento seria para trabalhar com turmas de 1º ao 5º anos, e como estamos fora de sala, trabalhei com crianças do 7º ano ao 1ª série do ensino médio.
No 1º Momento foi apresentado o livro O caçador de Palavras de Walcyr Carrasco, mostrei como é composto o livro: Agradecimento, dedicatória, ficha catalográfica, dados do autor e a história.

2º Momento apresentação dos diversos livros: digital, escrito e vídeo, com apresentação de: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=19232








3º Momento: Comentaram o que gostaram da história, acharam super interessante o livro, e gostariam de fazer um.
Foi nessa hora que foi percebida o interesse pela construção do conhecimento por esses meninos, aproveitou-se o embalo e decidimos que seria feito o livro:
4º Momento: Distribuição de material: papel, lápis, borracha, lápis de cor.
Cada criança construiu sua história dentro de seu interesse.





Nesse período foram observadas as dificuldades:
• Necessidade de fazer um desenho bonito.
• Escolha de tema.
• Desenvolvimento da história.
• Não compreensão do que foi solicitado.
Facilidades:
• Acesso ao material.
• Interesse.
• Estímulo do grupo.
• Construção do conhecimento.

5º Momento: Finalização do livro:

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Atividade 3.3 - Gloria e Karine

Olá Eni
Fazer essa viagem no portal do professor, foi muito enriquecedora, ficamos horas para definir quais eram os melhores, então resolvemos indicar esses endereços, pois foram os mais interessantes:
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=20794


http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=50498


http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=20794

http://www.prof2000.pt/users/rosaritos/testes/1º%20ano.htm

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=19232 - http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/9643/open/file/CasosDeAmor_3.swf?sequence=1

Se tiverem oportunidade para acessarem, pois são sereias informáticas!

Karine e Gloria

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Atividade 2.9 Escola Municipal Ester Pereira Guerra




Wikipédia e Wikidicionário

Como de costume, navego pelo wikidicionário tanto quanto pela wikipédia, enquanto a Wikipédia é uma coletânia interativa de pesquisa, o wikicionário é um projeto colaborativo para produzir um dicionário poliglota livre em português, com significados, etimologias e pronúncia.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Atividade 1.5 - Proinfo - Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC.

Atividade 2.5
Glória e Vildivânia
Durante a confecção deste trabalho encontramos várias dificuldades, mas a principal foi reunir, afinal, não é fácil encontrar horário conveniente para as duas, e outra foi uma certa confusão de como fazer, mas conseguimos;
De acordo com a pesquisa na Wikipédia um portfolio ou portifólio (ou ainda porta-fólio) é uma lista de trabalhos de um profissional ou empresa.
O Portfolio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfolio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não. Algumas organizações tem portfolios separados por departamentos, divisões ou unidades de negócio. Em última instância, deve haver um portfolio abrangente para a organização como um todo.
Glossário: Portfolio: Termo de origem anglo-saxônica que designa o conjunto de títulos e ações de um investidor, individual ou institucional. Ou: Documento formal que apresenta as experiências de aprendizagem fora da escola, sendo utilizado para solicitar reconhecimento académico da aprendizagem experimental.
Portfólios na Educação
O uso de portfolios na educação constitui uma estratégia, que tem vindo a procurar corresponder às necessidades de aprofundar o conhecimento sobre a relação ensino-aprendizagem de modo a assegurar-lhe uma cada vez melhor compreensão, e mais elevados índices de qualidade.
Têm vindo a ser desenvolvidos esforços no sentido de uma melhor compreensão das implicações positivas que possam decorrer da sua utilização como estratégia de formação, de investigação, de avaliação e ainda como estratégia de investigação ao serviço da qualidade da formação.
Ao realizar-se, vai existir uma estimulação quer ao nível reflexivo, quer ao nível da consciencialização das pessoas que os realizam.
O portfólio apresenta múltiplos aspectos e dimensões da aprendizagem, enquanto construção de conhecimentos e, desta, enquanto condição de desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes. Assim, com o aprofundamento e a apreciação das perspectivas educacionais, esta estratégia não apenas vai contribuir para uma estruturação inter-pessoal do conhecimento, como também vai facilitar, se desenvolvida ao longo de um período de tempo, a compreensão dos processos de ensino-aprendizagem. Através do uso do portfólio, podem-se tornar reconhecíveis, quer a natureza, quer a importância das relações interpessoais desenvolvidas nos processos de ensino-aprendizagem.
Como principal evidencia do uso do portfólio podem referir-se, os seus contributos para:
• Promover o desenvolvimento reflexivo dos participantes;
• Estimular o processo de enriquecimento conceptual, através do recurso às múltiplas fontes de conhecimento em presença;
• Fundamentar os processos de reflexão para, na, e sobre a acção, quer na dimensão pessoal, quer profissional;
• Garantir mecanismos de aprofundamento conceptual continuado, através do relacionamento em feedback entre membros das comunidades de aprendizagem;
• Estimular a originalidade e criatividade individuais no que se refere aos processos de intervenção educativa, aos processos de reflexão sobre ela e à sua explicação, através de vários tipos de narrativa;
• Contribuir para a construção personalizada do conhecimento para, em e sobre a acção, reconhecendo-lhe a natureza dinâmica, flexível, estratégica e contextual;
• Facilitar os processos de auto e hetero-avaliação, através da compreensão atempada dos processos.
Segundo Villas Boas "o portfólio é um procedimento de avaliação que permite aos alunos participar da formulação dos objetivos de sua aprendizagem e avaliar seu progresso. Eles são, portanto, participantes ativos da avaliação, selecionando as melhores amostras de seu trabalho para incluí-las no portfólio" (Currículo e avaliação - Indagações sobre Currículo)
Constituição de um portfólio
O portfólio também pode ser usado na educação, tanto por alunos como por professores, com o objectivo de fazer uma reflexão crítica sobre o seu processo acadêmico, visando a melhoria de competências, atitudes ou conhecimentos. Normalmente é uma coletânea de documentos ligada a um texto seguindo uma lógica reflexiva. Normalmente tem uma estrutura próxima da que se segue:
• Capa,
• Índice,
• Introdução,
• Hipótese,
• Desenvolvimento pessoal,
• Desenvolvimento social,
• Desenvolvimento académico,
• Conclusão,
• Anexos e
• Bibliografia.
Atualmente é frequente apresentar o portfólio em suporte digital.
O que nos levou a pesquisar também;
http://webinsider.uol.com.br/2005/03/03/portfolio-digital/
03 de março de 2005, 0:00
Dicas para você fazer o seu, bem feito.
Por Cezar Calligaris
Em 1997, Eugênio Mohallem escreveu um texto brilhante chamado Manual do Estagiário, que você encontra até hoje publicado na internet. É um texto que a princípio tem como target pessoas que estão entrando no mercado, mas traz dicas ótimas até mesmo para os profissionais mais experientes. O texto dá conselhos que vão desde a criação do portfolio até como se portar ao conseguir um emprego.
Se até algum tempo atrás era preciso ir a uma agência com uma pasta de couro debaixo do braço, hoje em dia o envio de um CD é o suficiente para, quem sabe, conseguir uma entrevista com um redator, um diretor de arte ou, desejo de consumo, com o diretor de criação. E se você for um criativo online, o portfolio online não é uma opção, mas uma obrigação.
Muita gente não tem nem idéia de como começar um portfolio digital. A intenção deste artigo é mostrar como colocar em um CD ou na web todo o seu talento, seus melhores trabalhos e todos os seus anos de experiência. Sem você estar ao lado para explicar.
Se você não sabe por onde começar, aqui vai aquela que com certeza é a dica número um tanto para os portfolios off line quanto para os online: selecione seus trabalhos. Não adianta colocar o freela que você fez para a loja de doces da sua tia, mas sim os trabalhos que possam despertar o interesse de quem está analisando.
Enquanto no portfolio offline você coloca apenas peças impressas, no portfolio digital você pode colocar também filmes e jingles/spots. Aproveite os recursos multimídia, mas lembre?se de colocar essas peças em um formato de fácil visualização, de forma que a pessoa que está vendo consiga abrir. Como sugestão pessoal, transforme os vídeos e spots em Flash.
Como descrito no Manual do Estagiário e pelas experiências de portfolios analisados, continua a recomendação de selecionar entre 10 e 20 peças. Coloque claramente o que é cada uma, para que cliente você fez, quando fez e o que fez (este item é tão importante que tem um parágrafo abaixo sobre isso). Escolha aquelas que você considera brilhantes e, se tiver mais do que isso, coloque um link de “ver mais”. Se a pessoa gostar das peças iniciais, com certeza vai arranjar tempo para ver mais alguns de seus trabalhos.
Muito cuidado com a qualidade dos materiais: se você for um redator, por exemplo, os textos dos seus anúncios devem ser legíveis. Cuidado para colocar peças impressas em um tamanho adequado e os spots e filmes em boa qualidade. Perca tempo para fazer ajustes no trabalho em que o cliente pediu para deixar o logo e o telefone enormes. Para portfolios com trabalhos online, vale retocar banners e sites para fugir dos cortes que o problema de peso obriga a fazer.
Tão importante quanto as peças que você vai apresentar é a maneira de apresentá?las. No portfolio offline, uma pasta bonita de couro e trabalhos bem impressos são o suficiente. No portfolio digital, porém, a apresentação pode ser a primeira peça que você está apresentando, aquela que vai fazer o diretor de criação ver os seus trabalhos ou mandar seu CD para reciclar.
Para fazer essa apresentação, você tem dois caminhos: fazer um CD neutro ou temático. Se você decidir seguir o caminho mais seguro, faça um CD com tema neutro. Se você fizer a aposta mais arrojada, ou seja, um CD temático, você pode multiplicar o potencial das suas boas idéias, mas também pode desanimar quem está vendo.
É como investir na poupança ou na bolsa de valores: a primeira é aplicação segura e a segunda pode dar a você um enorme lucro, mas também um enorme prejuízo. Um portfolio neutro pode chamar a atenção pelas boas idéias contidas nele, mas um portfolio com uma apresentação ótima não salva idéias ruins. Você não precisa fazer o portfolio com a apresentação mais bacana do mundo, mas a concorrência obriga você a ter um padrão mínimo de qualidade. É melhor não ter uma apresentação do que ter uma apresentação ruim.
Mas o que é um portfolio neutro e um portfolio temático? Portfolio neutro é praticamente igual à pasta de couro: é um ambiente de bom gosto, como uma imagem bonita de um banco de imagens, em que você vai colocar links para seus trabalhos. Portfolio temático é aquele em que você faz algo para tentar tornar mais interativa a visualização dos seus trabalhos. Exemplos simples: seu portfolio é um prédio e cada andar representa um trabalho. Ou, se você gosta de rock, faz uma banda e ao clicar em cada músico aparece um trabalho. Dica importante: lugar de foto de publicitário é na coluna social. Brigue com seu ego, faça mais sessões de terapia, mas não coloque sua foto como capa do portfolio.
Se você continua sem saber por onde começar, assim como você folheia anuários para buscar inspiração, procure portfolios na internet. Basta procurar nos buscadores por “porftfolio redator” ou “portfolio diretor de arte”. Tem muitos portfolios publicados e você vai aprender a perceber o que é bom e o que é ruim, assim como um diretor de criação perceberia.
No portfolio digital, você não vai estar ao lado para apresentar. Por isso, além das peças, o que o portfolio deve ter? Imagine as perguntas básicas que o entrevistador perguntaria caso você e não o seu CD estivessem lá: seu nome, informações para contato, agências por onde passou e em que período trabalhou. Como seu CD pode circular por várias mãos, não coloque pretensão salarial ou fale mal de ninguém.
Uma das informações mais importantes é dizer o que você fez. Se você trabalha na área online, em que todos fazem um pouco de tudo, isso é mais importante ainda. Existem alguns trabalhos que tanta gente disse que fez que daria uma equipe de 100 pessoas trabalhando em um único site. Se você quiser, pode até mesmo colocar até a ficha técnica de todos que trabalharam naquele material. Além de ser simpático, em um mundo em que todos se conhecem como a propaganda, pode ser uma maneira para quem está selecionando buscar mais referências a seu respeito.
Mostre seu portfolio digital para algumas pessoas, mas sem espalhar que está louco para sair do lugar onde está trabalhando. Rode o portfolio em Macs e PCs de diferentes velocidades, em laptops, em diversos navegadores e diversas resoluções de monitor. Lembre?se que você não sabe que máquina tem a pessoa que vai abrir sua apresentação.
O resto é perfumaria: faça uma capa bonita para o seu CD e, caso queira, publique seu porfolio na internet. Se você publicá?lo na web, lembre?se que ele corre um grande risco de se tornar público e do seu chefe descobri?lo. Assim como vídeos engraçados, bons portfolios costumam circular pelos e?mails de publicitários. Por cerca 50 reais por mês (até menos, se procurar), você pode ter um site e até registrar um endereço com o seu nome, sabia?
Feito e testado o portfolio, como mostrar seu trabalho? Você tem duas alternativas: ou envia um CD ou manda um e?mail com o endereço do seu portfolio na web. Em qualquer das alternativas, evite enviá?los sem deixar a pessoa que vai receber avisada. Seja por telefone ou por meio de um amigo que trabalha na agência, é uma maneira de chamar a atenção para o seu portfolio e também reduz o medo dos perigos do mundo digital. Você abriria sem medo o CD ou o e?mail de um desconhecido?
Se você der o aviso e a pessoa não der um retorno, nem que seja um “no momento não temos vagas, mas caso surjam lembraremos de você”, tente entrar em contato novamente. Se a pessoa que está fazendo a seleção tiver um mínimo de buy levitra consideração, poderá dar a você dicas valiosas para melhorar seu portfolio, seja a forma de apresentar, o anúncio que não apareceu ou a peça que não gostou.
Por último, é claro que se a pessoa que analisar seu portfolio gostar dos seus trabalhos, vai chamá?lo para uma entrevista pessoal. A dica pode parecer óbvia, mas não vá se contradizer. Em palavras claras, não minta no seu portfolio digital só porque você não vai estar cara a cara com a pessoa: na entrevista pessoal, a verdade aparece. Pode acreditar, isso acontece muito e é uma grande decepção para os entrevistadores.
A última dica é: se você tem a idéia mas não tem a técnica, peça a ajuda de um amigo que faça um freela. Nesse caso, o faça você mesmo pode não ser uma boa saída, acredite. É mais barato que uma boa pasta de couro e você pode negociar: troque por almoços, caronas, peça pra ele um preço baratinho em nome da amizade. Vale até dizer que, se conseguir um emprego, o indicará. Boa sorte! [Webinsider]
Baseadas nesta idéia, fizemos a coleção de nossas atividades até agora;

Unidade 1: Tecnologia na Sociedade, na Vida e na Escola

Atividade 1.2: Refletindo sobre a identidade do professor e sobre a própria aprendizagem

Atividade Individual

Vildivânia de Fátima de Albuquerque.
Unidade I


Como professora e aprendiz sou uma eterna criança Estou sempre pronta , disponível e aberta ao novo .Consigo ver os desfios como uma oportunidade de crescimento .Acredito que podemos aprender em todos os momentos , em todos os lugares , em qualquer hora e de diversas maneiras .Aprender e ensinar não tem limites .
Procuro aguçar a curiosidade dos meus alunos e de todos que estão a minha volta .
As propostas apresentadas por mim sempre estão pautadas no interesse dos alunos e na realidade dos mesmos .É fundamental que apresentemos atividades significativas; atividades onde o aluno seja o protagonista da sua aprendizagem. Devemos exercer a nossa habilidade de escuta .É hora de deixarmos de lado a nossa arrogância pedagógica e interagirmos com os nossos alunos .É hora de avaliarmos a nossa prática e buscarmos estratégias de trabalho que possibilitem o nosso aluno a interpretar as informações recebidas , analisá-las, compreendê-las e comunicá-las .
Acredito que o sucesso de qualquer instituição de ensino é o professor; a solução está no afeto .Só nós ,educadores podemos vibrar com a conquista de cada aluno .Isto sim faz toda diferença .Eduquemos então, tecnologicamente , mas sem perder nunca a afetividade .Vibremos,isso é um privilégio humano.

Maria da Gloria Grigorio Bento
Ao estudar a unidade 1, e simultaneamente fazer estudo dos textos indicados, é impossível não refletir, ou mesmo ficar sem pensar como eu estou inserida nesse mundo globalizado, como professor ou como aprendiz.
Percebo o quanto estamos engatinhando nesta nova era, em que as novas tecnologias oferecem uma riqueza de informações, conteúdos, e simplesmente não a aproveitamos de forma correta, ou melhor, não evoluímos esta oportunidade de conhecimentos para uma tecnologia educacional. Essa conclusão é bem relada nos textos, é um momento de aprender a aprender. É hora dos professores deixarem o pensamento tradicional e ter uma visão mais construtiva, pois bem, muitos vêem a tecnologia como concorrência, e na verdade sabemos que a tecnologia por si só, não ensina ninguém, então preocupar-se que o conteúdo não será ensinado, é bobagem, talvez o mais importante que ensinar será possivelmente como ensinar. Devemos fazer uma revisão, uma reflexão de nossas práticas, como praticamente solicita Nóvoa. É necessário que façamos uma revisão em nossas ações e atitudes, deixar de ter medo das inovações, que muitas das vezes são descartadas por puro “desconhecimento” de seu valor.
É essa a questão tão ditada pelos autores, sabemos que o aprendizado acontece ao longo de nossas vidas, seja na infância ou na terceira idade, como descreve Valente, é necessário que os professores busquem o aprendizado contínuo, como cita Salgado, o professor no exercício de sua função necessita ser professor e também ser aprendiz. Visto que é impossível estar atualizado nos dias de hoje, com a revolução tecnológica, e devemos estar atentos as contribuições das TIs oferecem, e para isso devemos pensar na formação contínua, não só para aproveitar que as TIs propiciam, mas pelas grandes expectativas que produzem no campo da Formação e da Aprendizagem, relativas aos novos contextos formativos e às novas formas de interação. De forma que o professor utilizando as tecnologias possa suplementar seu trabalho na sala de aula, convertendo o processo de ensino aprendizagem em um descobrimento, envolvimento, participação ativa, de satisfação e curiosidade, onde as aulas sejam mais encantadoras, como as sereias citadas por Blikstein, mas que não sejam só eufóricas, mas estimulantes e motivadoras na busca do conhecimento.
Portanto, posso dizer com grande confiança, que a educação está prestes a mudar, fundamentalmente, uma revolução em torno das tecnologias da informação está afetando, o equilíbrio tradicional de “poder” entre o professor e o aluno, o que em muitas interpretações é a substituição do professor, e na verdade o professor atuante promoverá a interação global do aluno, professor/aluno, aluno/aluno, aprender a aprender, aprender a ensinar, pois ele deverá em muitos momentos trocar de papel e ser um aprendiz, para alcançar o sucesso, será necessário o professor analisar, refletir, formar-se continuamente, pois tem que estar atendo as revoluções que acontecem fora dos livros e que ao mesmo o suplementam. Daí poderá promover a expansão e a transformação do conhecimento.

Atividade 1.2
Desafios e incertezas no processo de ensino-aprendizagem.

Durante os estudos para as atividades solicitadas no curso, percebe-se que tanto no texto de Moran como no de Valente enfatizam os desafios e incertezas no ensino das tecnologias na Educação.

Os tópicos citados por Moran focalizam o uso da internet na educação, observando e analisando o texto 1.3. Pesquisa, Comunicação e aprendizagem com o computador. O papel do computador no processo-aprendizagem do livro Integração das Tecnologias na Educação percebe-se que os desafios persistem, mas Valente enfatiza a preocupação em o Educador ter conhecimento técnico atrelado ao pedagógico, onde o professor deve saber o momento certo para fazer uso desses recursos, e ressalta a importância citada também por Moran, que o professor deve saber distinguir entre informação e conhecimento, entre ensinar e aprender, para daí com o uso dos recursos tecnológicos promover o ensino-aprendizagem construindo o conhecimento.

Na busca do conhecimento, ou melhor, na pesquisa que deve ser contínua, envolve a formação do professor de modo a contribuir com o conhecimento de forma a prevalecer à comunicação. E essa por sua vez produtora de interatividade e de compartilhamento de informações como técnicas para aplicações do computador na educação.

É esse trabalho atrelado, esse conjunto, é o que faz o professor levar o aluno a pensar, analisar e refletir, e consequentemente a um processo de ensino-aprendizagem eficaz.
Por Maria da Glória Grigório Bento.
Atividade 1.3
Reflita:
Como a escola vem lidando com as novas tecnologias?
Como vem sendo a aprendizagem dos professores, gestores e alunos para utilizar as tecnologias no seu cotidiano?
E com isso como fica o processo de ensino e aprendizagem?

Converse com seus colegas, compartilhe suas ideias.

Nessa época em que a globalização expandiu rapidamente, quase sem perceber, estamos na “Era da Comunicação”. há uma bombástica explosão de informações, estamos no ciber espaço, então é impossível um professor não ser aprendiz. A verdade é que nesse avanço é necessário que todos sejamos aprendizes. E não é diferente nas escolas, onde há um medo, uma rejeição, mas bem como coloca Sharliel, mesmo com esse receio a escola já insere as novas tecnologias a bastante tempo, lógico, que nem perceberam, sem dizer que TIs trazem para a escola um grande conhecimento de mundo. Nós profissionais da educação precisamos com urgência saber como canalizar e reconhecerr as informações como conhecimento, pois este pode ser visto simplesmente como uma informação, depende da forma que olhamos. E o professor no exercício de sua função necessita ser professor e também ser aprendiz. Visto que é impossível estar atualizado nos dias de hoje, com a revolução tecnológica, e devemos estar atentos as contribuições das TIs oferecem, e para isso devemos pensar na formação contínua, não só para aproveitar que as TIs propiciam, mas pelas grandes expectativas que produzem no campo da Formação e da Aprendizagem, relativas aos novos contextos formativos e às novas formas de interação. De forma que o professor utilizando as tecnologias possa suplementar seu trabalho na sala de aula, convertendo o processo de ensino aprendizagem em um descobrimento, envolvimento, participação ativa, de satisfação e curiosidade, onde as aulas sejam mais encantadoras e a escola um ambiente de transformação do conhecimento.
Maria da Gloria Grigorio Bento

Atividade 1.4
Vildivânia




Maria da Gloria




Atividade 1.5
Assunto: A interação da TV com a Escola, possibilidades e descobertas na leitura e
na escrita .

Autora: Regina Golartt Trentini
CARAZINHO-RS
ESC EST ENS FUND CARLINDA DE BRITTO
Co-autora: Regina Golartt Trentini
Tema: Papel da interação entre alunos e processos de leitura
Área do conhecimento: Alfabetização
Publicado em: 26.01.2010
Nível de ensino: Ensino Fundamental Inicial
Referencias: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=4596

Resumo: A autora apresenta uma proposta de planejamento de aula sobre a interação da TV com a escola. Inicialmente é feito o levantamento de quais programas são os preferidos pelos alunos. Identificado o programa preferido questionar sobre quem são os personagens /heróis?O que mais chama atenção em suas aventuras?Após as discussões ver o vídeo “Power Rangers Força Mística – Guerreiros Lendários”Em seguida partir para as reflexões -Que assuntos ou situações me preocupam em casa e na escola? Quando brinco com meus colegas e amigos, imito as atitudes dos personagens do vídeo? Estou sabendo conviver e respeitar a mim e meus colegas? Após as discussões criar mini livros. Sugestão de tema como Power Rangers contra o desperdício da água. Agora as crianças irão readaptar suas histórias para uma história em quadrinhos com auxílio do software educacional HagáQuê, utilizando o laboratório de informática da escola .Assim os alunos estarão utilizando diferentes recursos para produção de material de leitura.
Comentários: A proposta em questão é muito pertinente e interessante. Nela os alunos terão a oportunidade de aprender dentro de situações que fazem parte do seu universo. São oportunidades de unir a TV, os HERÓIS ,as RELAÇÕES a INFORMÁTICA e a APRENDIZAGEM de uma maneira prazerosa.Realmente a melhor forma de aprender é aquela que propicia aos alunos o desenvolvimento da capacidade de ler e interpretar o mundo e a sua realidade .
Ideação: A proposta de aula também pode ser realizada a partir de outros personagens/heróis. A pesquisa pode ser ampliada através de vídeos ou clipes musicais disponíveis no you tube e outros endereços eletrônicos. Sugiro também uma pesquisa com os familiares para conhecer quais são, ou quais foram os heróis preferidos dos pais, mães, avós.Seria interessante apresentar aos alunos as letras de músicas que falam dos super heróis , construir os heróis nas aulas de artes .Teríamos um dia especial da família na escola .O dia poderia ser planejado da seguinte maneira .
1º Momento - Apresentação de um filme /Sessão pipoca
2º Momento- Apresentações das músicas, teatros, danças
3º Momento - Exposição dos trabalhos


Maria da Gloria
FICHAMENTO
Autor e Co-autor(es)
Autor Mariane Éllen da Silva
UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA
Co-autor(es)
Ana Maria Ferola da Silva Nunes, Denize Donizete Campos Rizzotto, Eliana Aparecida Carleto, Luciana Soares Muniz
Tema:
Declaração Universal dos direitos da criança
Sub-temas:
Concepção de ensino e aprendizagem.
Processos de leitura.
Orientações didáticas para alfabetização.
Formas de organização dos conte
1ª parte: apresentação objetiva das idéias do autor
1 – Resumo
A autora leva a:
• Avaliar a compreensão dos direitos da criança, mediado pelos 10 princípios da Declaração dos direitos da criança.
• Observação e registro durante as atividades propostas, são importantes para analisar as dúvidas e facilidades encontradas pelos alunos.
• O aluno vivenciará situações que possibilitarão, refletir sobre seus direitos bem como poderá construir sua autonomia no espaço escolar e na sociedade.
2 – Pequenas citações
Os 10 Princípios da Declaração dos Direitos da Criança:
1 - “ Toda criança tem direito à igualdade, independente de sua raça, cor, sexo, religião ou nacionalidade”.
2 - " Toda criança tem direito a especial proteção para o seu desenvolvimento físico, mental e social".
3 - “ Toda criança, desde o nascimento, tem direito a um nome e a uma nacionalidade”.
4 - “ Toda criança tem direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas, para ela e para a mãe”.
5 - “Toda criança portadora de necessidade especial, física ou mental tem direito a educação e a cuidados especiais”.
6 - “ Toda criança tem direito ao amor, à compreensão e à proteção por parte dos pais e da sociedade”.
7 - “Toda criança tem direito a Educação gratuita, ao lazer infantil”.
8 - “ Toda criança tem direito a ser socorrida em primeiro lugar, em caso de catástrofes”.
9 - “Toda criança deve ser protegida contra a crueldade e a exploração no trabalho”.
10 - “Toda criança tem direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão e amizade entre os povos”.
2ª parte: elaboração pessoal sobre a leitura
1 – Comentários:
O planejamento é muito bem elaborado e objetivo. Consegui atingir a conscientização dos direitos e deveres da Criança, como há também um grande avanço de informação de identidade da mesma. Quando essa tem oportunidade de ser ver nessa realidade e re(completar) sua certidão de nascimento, sendo inserida no contexto.
2 – Ideação
Como nossa cultura é muito americanizada, acredito ser necessário este tipo de trabalho, pois na alfabetização a criança pode ser ver no seu meio cultural, étnico, religioso e etc.
Duração das atividades
Aproximadamente 180 minutos – Três (3) atividades de 60 minutos

1ª Atividade– 60 minutos – Conhecer a Constituição dos Direitos da Criança.
2ª Atividade- Princípios –Parte I- 60 minutos – Leitura através de códigos.
Atividade – Princípios – Parte II- 60 minutos – Recompletar a própria certidão de nascimento.


Atividade 1.6
Como vimos no último encontro presencial, as apresentações do uso das tecnologias nas escolas, é bem descrito nesse vídeo, mesmo com o avanço das tecnologias e o uso dos computadores, vimos para o processo didático o uso da biblioteca, da televisão, vídeo, mapas, livros imagens, microfone. Todos esses recursos, utilizados de forma objetiva na prática pedagógica, sempre tiveram e terão extrema importância.


Atividade 1-7:
Trabalho por projeto/Proposta de trabalho
Vildivânia
1- Pesquisa envolvendo uma experiência de trabalho por projeto, realizada no contexto da escola
1.1- Tema: Aulas de Informática Educacional Contextualizadas
1.2- Projeto/proposta de Trabalho: Aulas de Informática
1.3- Público alvo: Alunos do Ensino Fundamental I - FIDE
1.4- Objetivo geral: O objetivo da Informática educativa é utilizar o computador como recurso didático para as práticas pedagógicas nos diversos componentes curriculares, incentivando a descoberta tanto do aluno quanto do professor e preocupando-se com “quando”, “por que” e “como” usar a informática paraque a mesma contribua efetivamente para a construção do conhecimento
1.5- Conteúdos curriculares envolvidos: Português, Matemática, Ciências, História, Geografia, Informática, Artes, Empreendedorismo e Ética, Educação Física
1.6- Número de alunos participantes: 9 turmas do ensino fundamental I-
1.7- Número de professores participantes: 13 professores
Principais atividades e estratégias realizadas:
 Aulas semanais de informática;
 No primeiro momento meia classe fica em sala com atividade de produção de texto e a outra metade participa da aula de informática; no segundo momento os alunos trocam de atividade.
 Exploração do conhecimento prévio dos alunos acerca do tema proposto;
 As atividades realizadas nas aulas de informática são discutidas e planejadas com o professor regente. Exemplo de temas trabalhados na aulas de informática :água, oxigênio,a luz solar,planetas, aquecimento global., as doenças e os meios de transmissão, animais em extinção.
 Sites utilizados; Google, canal kids;
 Cada aluno tem senha individual de acesso à internet;
 Uma vez por mês é realizado a aula recreativa, sem acesso a jogos violentos;
 Existe uma escala de recreio no laboratório de informática;
 Os alunos acessam com freqüência a página da escola; conexão Fide/ Itabira/Pitágoras
 Aula aberta para os pais. eles realizam as mesmas atividades que as crianças realizam ( junto com elas) .

1.9- Tecnologias e mídias utilizadas: computador, data show, televisão, aparelho DVD, livros didáticos
1.10- Duração: durante o ano letivo
1.11- Atitude dos alunos: Os alunos demonstram interesse e participam das atividades propostas.

2- Análises sobre os dados pesquisados
Percebo uma maturidade dos alunos em relação à proposta desenvolvida pela escola .Eles já conseguem perceber os diversos benefícios da informática. Sabem selecionar os sites para pesquisa, para jogos.Sabem que é importante utilizar o computador para diversos objetivos .
Sei que pretendemos que o professor regente seja o responsável pela condução das aulas de informática , mas sei também que este é um processo lento .O importante destacar neste momento é que a informática está sendo utilizada para efetivar a construção do conhecimento .

.

Maria da Gloria Grigorio Bento
Pesquisando sobre o trabalho por projeto

Estudamos o “trabalho por projeto”. Este é um tema que vem sendo estudado e discutido de forma bastante ampla no contexto educacional. A proposta desta atividade é que seja elaborada uma pesquisa sobre experiências desenvolvidas com projetos, para que possamos fazer um estudo mais aprofundado, uma vez que este tema permeará nas demais unidades do curso.

GINCANA “MONTEIRO LOBATO”



PROBLEMATIZAÇÃO:

Carência de livros de leitura simples e deficiência do acervo da biblioteca da escola.


JUSTIFICAÇÃO:

A vice-diretora Helena teve a idéia da gincana por dois motivos importantes:
. A grande procura, pelas crianças, por livros como Clássicos Infantis, Fábulas e gibis.
. A procura, pelos professores, por livros com a escrita em caixa alta.
Aproveitando a chegada do mês do Dia do Livro e o aniversário do escritor Monteiro Lobato, foi montado este projeto.


PARTICIPANTES:

Alunos, pais e todos os funcionários da escola.


DURAÇÃO:

30 dias.


OBJETIVOS:

. Arrecadar livros de histórias e gibis para enriquecer o acervo da biblioteca da escola.
. Incentivar o interesse e a criatividade.
. Mostrar às crianças as vantagens da parceria e da competividade leal.


TAREFAS:

Cada classe formará uma equipe que terá as seguintes tarefas:
. Escolher uma cor, um nome e criar o seu grito de guerra (10 pontos)
. Arrecadar o máximo possível de livros e gibis.
. Construir uma ou mais maquetes de uma história infantil e entregar à professora de biblioteca. (10 pontos)
. Escolher um representante da equipe para recitar uma poesia no último dia da gincana.(10 pontos)
. Escolher um representante para tirar uma palavra da caixa mágica e cantar uma música que tenha essa palavra, também no último dia da gincana.(10 pontos)
REGRAS:

. Cada livro de história valerá 10 pontos.
. Cada gibi valerá 05 pontos.
. Os livros e os gibis poderão ser usados, porém conservados.
. As maquetes poderão ser construídas com a ajuda dos pais.


PREMIAÇÃO:

1º Prêmio: Um troféu para a equipe, um gibi da Turma da Mônica para cada membro da equipe, um passeio na biblioteca pública e um lanche especial.

2º Prêmio: Um gibi da Turma da Mônica para cada membro da equipe e um lanche especial.

3º Prêmio: Um gibi da Turma da Mônica para cada membro da equipe.


AVALIAÇÃO:

A gincana superou todas as expectativas. Foram arrecadados 1.322 livros de histórias e 382 gibis. Foi uma disputa tranqüila, onde todos respeitaram as regras. Houve participação ativa e conjunta dos pais com os filhos e dos professores com seus alunos.

Atividade 1.8
Divulgando a pesquisa

Os resultados e a análise das pesquisas sobre “trabalho por projetos”
deverão ser divulgados entre os participantes da turma.


Maria da Gloria


Atividade 2.1
este fórum, você irá registrar suas observações sobre as experiências de navegar livremente.

Registre suas ideias, tendo como base as seguintes reflexões:

Houve diferença nos caminhos navegados?
Que diferenças de percepção resultaram?
Alguém se perdeu na navegação?
Soube voltar para as páginas iniciais?
Há ganhos em navegar à deriva?

Leia e comente as ideias de seus colegas.
Enviada em Jun 14 2010 10:38:55:000AM Vildivânia
________________________________________

Acredito que: -quem não sabe onde vai pode ir a qualquer lugar ,porque qualquer lugar serve ... limite é uma necessidade do ser humano .Acredito que ele é importante também quando estamos diante de um universo como a internet. Sempre nos perdemos,daqui vamos para ali , dali para acolá, de acolá já estamos distantes do lá ...saber voltar para as páginas iniciais é fácil .O problema que ás vezes estamos tão distantes do início que nem sempre voltamos .navegar a deriva é gostoso , uma verdadeira viagem em alto mar , as páginas nos levam para bem distante.Nem sempre chegamos onde queríamos , ou deveríamos chegar .Para que eu navegue livremente , mas que também não me perca faço um registro dos temas , sites , mensagens e outros que gostaria de ver livremente e vou lendo , pesquisando , conhecendo, divertindo ...Sempre ganho quando navego a deriva , pois conheço lugares antes não navegados .tento também controlar o tempo .

Maria da Gloria Grigorio Bento Jun 14 2010 10:54:59:000AM
Como bem colocou meus colegas, é mais fácil e interessante quando já tem um guia, um caminho a seguir, do contrário, podemos encontrar alguma coisa, acontece as coincidências, e todo cuidado é necessário, mesmo quando sabemos onde ir, e mais necessário ainda, quando estamos navegando por ondas desconhecidas. A verdade que como o tempo, dificilmente fazemos passeios alheios a um objetivo.

Atividade 2.2
Vildivânia
O hipertexto possibilita a livre escolha do caminho a ser percorrido pelo usuário, colocando-se a sua disposição recursos como sons, imagens, animação tornando-se a consulta mais fácil , atraente e muito rica . O hipertexto pode ser usado para disponibilizar a informação em catálogo de produtos, apresentação de empresas e publicação na Internet.O hipertexto é um conjunto de dados ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens, gráficos seqüências sonoras.O hipertexto permite ao leitor decidir o rumo a seguir na sua viagem pela leitura, tornando o tempo e o espaço, em relação à construção textual, flexível As partes de um hipertexto fazem sentido, mesmo sendo deslocadas do seu eixo central ou enredo. Ele possibilita a livre escolha, por onde começar e em que ordem seguir;ele permite o acesso ilimitado a outros textos de forma instantânea, sem ponto fixo de entrada e de saída, sem uma hierarquia pré-determinada, sempre expansível e literalmente sem limite. No hipertexto os comentários dos leitores podem se incorporar ao texto original.podemos ter apenas um hipertexto que abranja todas as informações e abranja os mais diversos assuntos e temas possíveis. Nosso uso que fazemos de enciclopédias em formato hipertexto é um bom exemplo inicial do que é essa modalidade de texto. Normalmente na Wikipédia o uso do hipertexto é uma constante em nossas pesquisas.
O hipertexto é algo contagiante, envolvente,é uma bola de neve que nos envolve, que nos fascina e que nos leva de um lugar para outro, do outro para outro , do outro para outro , deste outro para outro .Pera aí onde eu estava mesmo ?



Maria da Gloria Grigorio Bento
Atividade 2.2
Hipertexto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal. O conceito de "linkar" ou de "ligar" textos foi criado por Ted Nelson nos anos 1960 e teve como influência o pensador francês Roland Barthes, que concebeu em seu livro S/Z o conceito de "Lexia"[carece de fontes], que seria a ligação de textos com outros textos.
O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto a Internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta.
[editar]Etimologia
O prefixo hiper - (do grego "υπερ-", sobre, além) remete à superação das limitações da linearidade, ou seja, não sequencial do antigo texto escrito, possibilitando a representação do nosso pensamento, bem como um processo de produção e colaboração entre as pessoas,ou seja, uma (re)construção coletiva. O termo hipertexto, cunhado em 1965, costumeiramente é usado onde o termo hipermídia seria mais apropriado. O filósofo e sociólogo estadunidense Ted Nelson, pioneiro da tecnologia da informação e criador de ambos os termos escreveu:

Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a idéia de hipertexto estendido.

—Nelson, Literary Machines 1992
.
[editar]História
A idéia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não-linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores.
Provavelmente, a primeira descrição formal da idéia apareceu em 1945, quando Vannevar Bush publicou na The Atlantic Monthly, "As We May Think", um ensaio no qual descrevia o dispositivo "Memex". Neste artigo, a principal crítica de Bush era aos sistemas de armazenamento de informações da época, que funcionavam através de ordenações lineares, hierárquicas, fazendo com que o indivíduo que quisesse recuperar uma informações tivesse que percorrer catálogos ordenados alfabetica ou numericamente ou então através de classes e sub-classes. De acordo com Bush, o pensamento humano não funciona de maneira linear, mas sim através de associações e era assim que ele propunha o funcionamento do Memex.
O dispositivo nunca chegou a ser construído, mas hoje é tido como um dos precursores da atual web. A tecnologia usada seria uma combinação de controles eletromecânicos e câmeras e leitores de microfilme, todos integrados em uma grande mesa. A maior parte da biblioteca de microfilme estaria contida na própria mesa com a opção de adicionar ou remover rolos de microfilme à vontade. A mesa poderia também ser usada sem a criação de referências, apenas para gerar informação em microfilme, filmando documentos em papel ou com o uso de uma tela translúcida sensível ao toque. De certa forma, o Memex era mais do que uma máquina hipertexto. Era precursor do modernocomputador pessoal embora baseado em microfilme. O artigo de Novembro de 1945 da revista Life que mostrava as primeiras ilustrações de como a mesa[1] do Memex podia ser, mostrava também ilustrações de uma câmera montada na cabeça, que o cientista podia usar enquanto fazia experiências, e de uma máquina de escrever capaz de reconhecimento de voz e de leitura de texto por síntese de voz. Juntas, essas máquinas formariam o Memex, provavelmente, a descrição prática mais antiga do que é chamado hoje o Escritório do Futuro.
Não se pode deixar de citar outro personagem de grande importância histórica que é Douglas Engelbart diretor do Augmentation Research Center (ARC) do Stanford Research Institute, centro de pesquisa onde foram testados pela primeira vez a tela com múltiplas janelas de trabalho; a possibilidade de manipular, com a ajuda de um mouse, complexos informacionais representados na tela por um símbolo gráfico; as conexões associativas (hipertextuais) em bancos de dados ou entre documentos escritos por autores diferentes; os grafos dinâmicos para representar estruturas conceituais (o "processamento de idéias" os sistemas de ajuda ao usuário integrados ao programa).[2] O trabalho de Ted Nelson e muitos outros sistemas pioneiros de hipetexto com o "NLS", de Douglas Engelbart, e o HyperCard, incluído no Apple Macintosh, foram rapidamente suplantados em popularidade pela World Wide Web de Tim Berners-Lee, embora faltasse a esta muitas das características desses sistemas mais antigos como links tipados, transclusão e controle de versão.
[editar]Principais características do Hipertexto
1. Intertextualidade;
2. Velocidade;
3. Precisão;
4. Dinamismo;
5. Interatividade;
6. Acessibilidade;
7. Estrutura em rede;
8. Transitoriedade;
9. Organização multilinear.[3]
[editar]Hipertexto e Internet
Uma das maiores controvérsias a respeito deste conceito é sobre sua vinculação obrigatória ou não com a internet e outros meios digitais. Alguns autores defendem que o hipertexto acontece apenas nos ambientes digitais, pois estes permitem acesso imediato a qualquer informação. A internet, através da WWW, seria o meio hipertextual por excelência, uma vez que toda sua lógica de funcionamento está baseada nos links.
Outros pesquisadores acreditam que a representação hipertextual da informação independe do meio. Pode acontecer no papel, por exemplo, desde que as possibilidades de leitura superem o modelo tradicional contido das narrativas contínuas (com início, meio e fim). Umaenciclopédia é uma clássico exemplo de hipertexto baseado no papel, pois permite acesso não-linear aos verbetes contidos em diferentes volumes. Um exemplo de hipertexto tradicional são as anotações de Leonardo Da Vinci e também a Bíblia, devido sua forma não linear de leitura.[4]
[editar]Hipertexto e Educação
Um tópico relevante é a utilização da ferramenta de hipertexto na Educação. O trabalho com hipertexto pode impulsionar o aluno à pesquisa e à produção textual. O hipertexto como ferramenta de ensino e aprendizagem facilita um ambiente no qual a aprendizagem acontece de forma incidental e por descoberta, pois ao tentar localizar uma informação, os usuários de hipertexto, participam activamente de um processo de busca e construção do conhecimento, forma de aprendizagem considerada como mais duradoura e transferível do que aquela directa e explícita.
Na sala de aula, onde se trabalha com hipertexto, os alunos, num sistema de colaboração, acabam aprendendo mais e através de diversas fontes. O próprio conceito de hipertexto, pode nos levar a essa intenção. Uma atividade colaborativa traz benefícios extraordinários no que diz respeito a construção individual e coletiva do conhecimento. Os professores também podem trabalhar com hipertexto para funções pedagógicas. Utilizar textos de várias turmas e redistribuí-los é um bom exemplo. O hipertexto também traz como vantagem para a educação a construção do conhecimento compartilhado, um importante recurso para organizar material de diferentes disciplinas.Trabalhar com hipertexto leva o aluno a produção de textos e traz como vantagens a construção do conhecimento de forma dinâmica e inserindo o aluno e o processo educativo no mundo digital. Em sua produção o aluno se refere a conhecimentos antes apreendidos, mantendo uma relação sempre linear com o texto.

[5]
[editar]Conferências Acadêmicas
Uma das principais conferências sobre novas pesquisas em hipertexto é a Conference on Hypertext and Hypermedia (HT),[6] realizada anualmente pela ACM.
The International World Wide Web Conferences Steering Committee[7] inclui muitos artigos de interesse. Há também uma lista com links para todas as conferências da série.[8]
[editar]Ver também
 Linha de tempo para a tecnologia hipertexto
 interação homem-computador.
 HTML
[editar]Bibliografia
 BEIGUELMAN, Giselle. O livro depois do livro. São Paulo, editora Peirópolis, 2003. Link do livro on-line:
http://www.desvirtual.com/thebook/o_livro_depois_do_livro.pdf
 Byers, T. J. (1987, Abril). Built by association. PC World, 5, 244-251.
 Crane, Gregory. (1988). Extending the boundaries of instruction and research. T.H.E. Journal (Technological Horizons in Education), Macintosh Special Issue, 51-54.
 Heim, Michael. (1987). Electronic Language: A Philosophical Study of Word Processing. New Haven: Yale University Press.
 LANDOW, George. Teorías del Hipertexto. Madrid, Paidos, 1997.
 NELSON, Ted. Libertando-se da prisão da internet. São Paulo, IMESP/FILE, 2005. Link para o texto
 Nelson, Theodor H. (1973). A Conceptual framework for man-machine everything. National Computer Conference and Exposition, June 4-8,1973, Mew York, NY. AFIPS Conference Proceedings VOL. 42 (pp. M22-M23). Montvale, NJ: AFIPS Press.
 Van Dam, Andries. (1988, July). Hypertext '87 keynote address. Communications of the ACM, 31, 887-895.
 Yankelovich, Nicole, Landow, George P., and Cody, David. (1987). Creating hypermedia materials for English literature students. SIGCUE Outlook, 20(3).
Referências
1. ↑ "MEMEX - From Vannevar Bush's Essay "As We May Think"
2. ↑ História do Hipertexto
3. ↑ Tecnologias para Webdesign
História do Hipertexto Para uma poética do Hipertexto
O hipertexto eletrônico como base para reconfigurar a atividade jornalística
4. ↑ Hipertexto como instrumento para apresentação de informações em ambiente de aprendizado mediado pela internet.
5. ↑ O hipertexto no contexto educacional
6. ↑ Conference on Hypertext and Hypermedia
7. ↑ IW3C2
8. ↑ Lista IW3C2
[editar]Ligações externas
 História do Hipertexto
 Web Arte no Brasil Estrutura Hipertextual
 Hypertext: Behind the Hype
 mprove: Historical Overview of Hypertext
 Voltando às raízes: Hipertexto
 Artigo original de Vannevar Bush "As We May Think"
 Silva, Cicero. Linguagens do Jogo. Entrevista com Noah Wardrip-Fruin. São Paulo, Nojosa, 2006.
 Silva, Cicero. Depois do híper. Entrevista com George Landow. São Paulo, IMESP/FILE, 2005.
(discussão) 00h12min de 10 de maio de 2010 (UTC)--189.82.95.170 (discussão) 00h12min de 10 de maio de 2010 (UTC)--189.82.95.170(discussão) 00h12min de 10 de maio de 2010 (UTC)--189.82.95.170 (discussão) 00h12min de 10 de maio de 2010 (UTC)


Atividade 2.3
Vildivania
Impressões sobre experiências com navegação

Estou aqui fazendo a atividade do meu curso de 100 horas do Eproinfo.Sou de Itabira, Minas gerais , terra de Carlos Drummond de Andrade e da Vale .Nesta atividade estamos estudando sobre hipertexto .Já fizemos várias descobertas sobre a navegação a deriva , hiperlink, hipertexto , além é claro do uso das tecnologias na educação A experiência de navegar na internet é muito prazerosa e envolvente, quando estamos livres para aprender e para descobrir o que nos interessa, nos envolvemos totalmente na atividade, não vemos o tempo passar, esquecemos de tudo e mergulhamos de verdade ,uma verdadeira navegação .
Navegar em hipertextos implica na aquisição de uma nova competência para encontrar e selecionar informações. É algo novo que exige compreensão, mudanças e novas aprendizagens. É muito bom navegar no hipertexto, pois aprendemos a teoria de uma forma prática. O hipertexto é um texto dinâmico, veloz, acessível, interativo e acessível na rede, ele nos permite navegar por vários caminhos e por idéias de vários autores ao mesmo texto.
A nossa realidade nos traz a necessidade de novos conhecimentos e também novas possibilidades de registro, leituras e trabalhos em parceria. Hoje precisamos ser aprendizes, trocar de lugar com seu aluno e com ele aprender. Acredito que estamos diante de uma verdadeira revolução na educação, com a utilização das novas tecnologias pelo professor no seu trabalho com os alunos. A leitura é um dos elementos mais importantes a serem considerados no processo de ensino-aprendizagem. Aqueles que são capazes de ler, de construir significados, terão mais facilidades de aquisição de novos conhecimentos e informações. Ziraldo define a importância da leitura dizendo que; Ler é mais importante do que estudar Livro é gênero de primeira necessidade .O hipertexto é um grande aliado nosso no que diz respeito ao quesito leitura .No hipertexto uma leitura leva a outra e isto é fantástico .

Maria da Gloria Grigorio Bento
Navegando no hipertexto:
Entendi, que navegar sobre o hipertexto, é estar em contato constante nos hiperlinks, ou melhor, em constante interatividade, como bem demonstra o texto abaixo:
Arte interativa é a forma de arte que envolve, de algum modo, a participação do espectador. Alguns conseguem isso fazendo o espectador andar pela obra, como grandes esculturas ou instalações, ou mesmo fazendo o espectador literalmente vestir a obra como uma peça de roupa.. Outros trabalhos incluem computadores e sensores para responder a movimento, sons,calor ou outros tipos de estímulo. Muitas obras de arte na Internet ou arte electrônica são altamente interativas, fazendo o visitante navegar por hipertextos, aceitando que a participação ou a influência da audiência local ou remota altere o curso da obra.
Se distingue pelo dialogo entre a peça e o participante; mais especificamente, é habilitado a agir e muitas vezes, convidado a interagir com a obra, que, por sua vez, permite a interação. Arte interativa não deve ser confundida com outros tipos de arte que não permitem este dialogo.
Em termos de criação de grupos, ferramentas próprias, e adequação do meio, os artistas que trabalham com ‘’arte eletrônica’’ são a linha de frente na exploração da interatividade. Vários artistas adotaram cedo novas interfaces e técnicas para obter a participação do espectador; novos meios de expor a obra, como vídeos, laser, mecatrônica; novas formas de interaçãohumano-humano e humano-máquina, como telecomunicações, jogos eletrônicos e Internet; e novos contextos sociais de interatividade, como critica social, liberação e política. O ‘’Prix Ars Electronica’’ é a maior exibição anual na Austria em Linz e concede prêmios aos melhores exemplos de interatividade. Outros festivais são o ‘’DEAF’’ na Holanda, o ‘’Transmediale’’ na Alemanha e o ‘’AV Festival’’ na Inglaterra. A ‘’SIGGRAPH’’ é outra conferencia anual que ressalta muitos artistas interativos em sua galeria.Na America do Sul o maior evento é o FILE - Festival Internacional da Linguagem Eletrônica que acontece na cidade de São Paulo no Brasil.

Como podemos perceber, dificuldades vão existir, mas porém vamos persistir.